7 de março de 2008

Mi Casita
(Adauto Suannes)


És mi casa de remiendos
tan tremendos sus galpones,
tan incómodos sus soles
pués sus lunas yiran lentas.

És mi casa sin paredes,
verdes campos que se esprayan;
donde hay flores y no fructos,
y la gente tiene paz.

Está la casa abandonada
y asi quedada al reliento;
quién visita alli no queda:
sale y deja sus secretos.

Dormitorio de nostalgias,
canta el viento unas berceuses
pa ninar quién no despierta.


Adauto Suannes é desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, membro fundador do IBCCRIM - Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, da Associação dos Juízes para a Democracia e do Instituto Interdisciplinar de Direito de Família. Também colunista do Circus, publicado às sextas-feiras no endereço:
Escritor, poeta, cronista de uma sensibilidade arrebatadora, ao qual tenho não só admiração pelo trabalho, mas também amizade e grande alegria em partilhar versos, como os do poema acima. Ilustra o poema fotografia tirada pelo poeta, num final de tarde (poética) na Noruega.

7 comentários:

lebre disse...

blog nobre

Rafael Missio disse...

Grande poema, poeta e foto.
Bj.

Dana disse...

ai q amor... deu vontade de apertar ele =D

Guisela disse...

Parabéns, Ju e Adauto!
Ju, pelo teu blog que está cada vez mais lindo!!!
Adauto, pela beleza e delicadeza do poema!! Lindo, lindo!!

Bjinhos

Cecília Borges disse...

Não conhecia o trabalho dele.
Bonito poema!

Eldo Meira disse...

Muito lindo o poema mi casita. O Autor soube expressar o sentimento telúrico dando vida a morada de seus sonhos.

Edna Ribeiro disse...

Um poema maravilhoso,Parabéns.....

7 de março de 2008

Mi Casita
(Adauto Suannes)


És mi casa de remiendos
tan tremendos sus galpones,
tan incómodos sus soles
pués sus lunas yiran lentas.

És mi casa sin paredes,
verdes campos que se esprayan;
donde hay flores y no fructos,
y la gente tiene paz.

Está la casa abandonada
y asi quedada al reliento;
quién visita alli no queda:
sale y deja sus secretos.

Dormitorio de nostalgias,
canta el viento unas berceuses
pa ninar quién no despierta.


Adauto Suannes é desembargador aposentado do Tribunal de Justiça de São Paulo, membro fundador do IBCCRIM - Instituto Brasileiro de Ciências Criminais, da Associação dos Juízes para a Democracia e do Instituto Interdisciplinar de Direito de Família. Também colunista do Circus, publicado às sextas-feiras no endereço:
Escritor, poeta, cronista de uma sensibilidade arrebatadora, ao qual tenho não só admiração pelo trabalho, mas também amizade e grande alegria em partilhar versos, como os do poema acima. Ilustra o poema fotografia tirada pelo poeta, num final de tarde (poética) na Noruega.

7 comentários:

lebre disse...

blog nobre

Rafael Missio disse...

Grande poema, poeta e foto.
Bj.

Dana disse...

ai q amor... deu vontade de apertar ele =D

Guisela disse...

Parabéns, Ju e Adauto!
Ju, pelo teu blog que está cada vez mais lindo!!!
Adauto, pela beleza e delicadeza do poema!! Lindo, lindo!!

Bjinhos

Cecília Borges disse...

Não conhecia o trabalho dele.
Bonito poema!

Eldo Meira disse...

Muito lindo o poema mi casita. O Autor soube expressar o sentimento telúrico dando vida a morada de seus sonhos.

Edna Ribeiro disse...

Um poema maravilhoso,Parabéns.....