7 de abril de 2010


cintilam aos montes
a nuca dói de tanto olhar
parece que nunca
nunca mesmo
vão se apagar as estrelas

com a ponta dos dedos sondo uma
mais uma
por segundos as ofusco
sob o rubro cintilante
das unhas


Juliana Meira
"Starry Night Over the Rhone", Vincent van Gogh, 1888.

10 comentários:

Sidnei Schneider disse...

oi ju

aponto estrelas
uma lua cresce
na minha unha

ou

entre estrelas
uma lua nasce
na minha unha

sidnei schneider
hoje 17.04.2010

bjs

Juliana Meira disse...

opa, Sidnei. versos recém chegados e bem-vindos! bjs

** Renata ** disse...

Querida Ju,
Falar isso pra você é "chover no molhado"... Mas realmente: você é muuuuuuito talentosa! Tua escrita tem requinte e simplicidade. Bela combinação!!
Grande bjo
** Renata **

Juliana Meira disse...

Rê amiga, eu quem agradeço por deixares tua impressão.
muuuuuuito obrigada!
bJu

Martinez disse...

muito lindo a imagem que vc criou em sua poesia

Juliana Meira disse...

legal, Martinez, obrigada.

Waleska Frota disse...

Ola JUliana
Massa seu poema.E isso de poemas
em caixinhas de fósforos,deve ser
bem interessante.
abç..Waleska Frota.

Juliana Meira disse...

oi Waleska, grata. quanto às caixinhas, participei com três haicais; o trabalho ficou bacana. abraços!

Renato de Mattos Motta disse...

Juju
poeta dos meus quindins,
não aponta estrelas não
pois dizem que é assim
que nasce verruga na mão!

beijão e tudibão!

Juliana Meira disse...

Renato amigo poeta

verruga é palavra
que manda a gente ver ruga

vem do latim a verruca
por favor
providencie um galho de arruda

pra desfazer toda a culpa
sob o breu azul

gosto de ver as estrelas
apontar o Cruzeiro do Sul

isso só pode ser lenda
superstição ou mandinga

do mindinho ao dedão
não hão de nascer verruguinhas


(=

7 de abril de 2010


cintilam aos montes
a nuca dói de tanto olhar
parece que nunca
nunca mesmo
vão se apagar as estrelas

com a ponta dos dedos sondo uma
mais uma
por segundos as ofusco
sob o rubro cintilante
das unhas


Juliana Meira
"Starry Night Over the Rhone", Vincent van Gogh, 1888.

10 comentários:

Sidnei Schneider disse...

oi ju

aponto estrelas
uma lua cresce
na minha unha

ou

entre estrelas
uma lua nasce
na minha unha

sidnei schneider
hoje 17.04.2010

bjs

Juliana Meira disse...

opa, Sidnei. versos recém chegados e bem-vindos! bjs

** Renata ** disse...

Querida Ju,
Falar isso pra você é "chover no molhado"... Mas realmente: você é muuuuuuito talentosa! Tua escrita tem requinte e simplicidade. Bela combinação!!
Grande bjo
** Renata **

Juliana Meira disse...

Rê amiga, eu quem agradeço por deixares tua impressão.
muuuuuuito obrigada!
bJu

Martinez disse...

muito lindo a imagem que vc criou em sua poesia

Juliana Meira disse...

legal, Martinez, obrigada.

Waleska Frota disse...

Ola JUliana
Massa seu poema.E isso de poemas
em caixinhas de fósforos,deve ser
bem interessante.
abç..Waleska Frota.

Juliana Meira disse...

oi Waleska, grata. quanto às caixinhas, participei com três haicais; o trabalho ficou bacana. abraços!

Renato de Mattos Motta disse...

Juju
poeta dos meus quindins,
não aponta estrelas não
pois dizem que é assim
que nasce verruga na mão!

beijão e tudibão!

Juliana Meira disse...

Renato amigo poeta

verruga é palavra
que manda a gente ver ruga

vem do latim a verruca
por favor
providencie um galho de arruda

pra desfazer toda a culpa
sob o breu azul

gosto de ver as estrelas
apontar o Cruzeiro do Sul

isso só pode ser lenda
superstição ou mandinga

do mindinho ao dedão
não hão de nascer verruguinhas


(=